Versão 15 - black parisienne

Achei que ia comentar o meu lado groove black que sacolejava vinte cinco vinte sete avos de minha pessoa naquele lugar onde eu calçaca (vestia?) meu par de meia-calças laranja ao som do funk (eu sou do funk) embaixo do quinteto de metais foooooda e um negão estiloso mezzo Toni Garrido mezzo Carlinhos Brown soltando um free style e eu e meu amor e meu amigo mano que freqüentava o syndicate skate bar aguentando as patricinhas que tomavam seu smirnoff ice com guardanapo de papel e brincos detestáveis e decotes indecorosos e seus namorados barra pegas fortinhos que estavam ali porque apenas estavam ali, mas mesmo assim ainda estavam mais ali do que a namoradinha do amigo do namoradinho meu que estava entediadamente sendo entendiante com seu cigarro cenográfico e suas meias fio 80 e sua cara blasè mas acho que vou falar que sou mesmo de Paris, como a Alice, do Em Paris, e fotografo sem ser fotógrafa e escrevo sem ser jornalista tomo chá de laranja e canela no bule do café perfumado ali de perto sem ser a Alice do lado de lá.
syndicate, ôrra. lembro de um show do ratos de porão. entrando pela grade, sem pagar. malárias. ô, bons tempos. tinha até cabelo naquela época. hahaha
(não) sou do funk, mas ali, naquela hora eu tinha certeza: (aqui) sou do funk!
van
estou gostando
dos seus escritos.
são muito batutas,
como diria a anica
adoro gírias velhas, giu! batutas são os fregueses que voltam sempre!!!!
neste mesmo, aparece aí?
oi… não sei o que te dizer. rs
beijo