21/05/2009...8:14 pm

família

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Nunca o nome de um artista me foi tão familiar. Vejo na estante dos livros aqui do lado ou em algum outro canto perdido. Enciumada. Não quero dividi-la, não quero que ninguém mais conheça, que ninguém mais goste do meu amor de adolescência, meu amor sáfico, indecente, obsceno.

Hoje, depois de terminar minha sopa de batatas e gengibre, vou pôr música aqui dentro de casa, me jogar na almofada da sala (da cama) e ler Hilda Hilst.

Saudade de ninguém.

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