Nunca o nome de um artista me foi tão familiar. Vejo na estante dos livros aqui do lado ou em algum outro canto perdido. Enciumada. Não quero dividi-la, não quero que ninguém mais conheça, que ninguém mais goste do meu amor de adolescência, meu amor sáfico, indecente, obsceno.
Hoje, depois de terminar minha sopa de batatas e gengibre, vou pôr música aqui dentro de casa, me jogar na almofada da sala (da cama) e ler Hilda Hilst.
Saudade de ninguém.
1 Comentário
25/05/2009 às 8:30 am
casa do sol é uma grande pedida, hein?