julia, julie et moi

A parte mais difícil foi virar a frigideira no prato para pegar o omelete de volta. Não, o pior foi ter que segurar o fundo quente da frigideira e o prato quente com um omelete meio pronto meio cru para fazer a transferência.

Mas no fim das contas, ovos são materiais maleáveis, sempre prontos para o conserto. Tinha couve de bruxelas e brócolis no prato compondo uma belíssima refeição minimalista.

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Saí do surto, euforia, decepção, confiança. Tudo em menos de uma semana. Nunca vou aceitar que o mundinho lá fora está absolutamente longe do meu controle?

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Ainda acho que estruturar é compor. Comprei a obra completa do João Cabral por causa disso.

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Troquei a mesa de lugar. Agora tenho um canto de trabalho com menos vizinhos, mais janela e uma parede louquinha pra se transformar num cantinho de menina afrancesada, com luzezinhas.

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O Jeff Bridges é sem dúvida nenhuma o melhor ator pro Nick Belane do Tio Buk.

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Julie and Julia é divertido, com cenários muito legais e conta a minha história. Sério. Exceto pelo fato de receber uma proposta de publicação por causa da internet.

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Ops…

2 Comentários

Arquivado em cotidiano, ficção, modernidade

2 respostas para julia, julie et moi

  1. Termina logo esse livro do Jeff Bridges pra eu poder ler também!
    :>*

  2. ramirez

    Estruturar é realmente compor, ou vice-versa. Legal mesmo o filme, inclusive a maneira da moçoila famosa falar. bjka

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